William Bonner pede autorização e "rebatiza" moça do tempo de "Maju"
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Do UOL, em São Paulo

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    William Bonner pede autorização e rebatiza moça do tempo de "Maju"

    William Bonner pede autorização e rebatiza moça do tempo de "Maju"

Mostrando informalidade e descontração na nova fase do "Jornal Nacional", William Bonner encerrou a previsão do tempo na edição desta terça-feira (12) fazendo uma pergunta inusitada a Maria Júlia, a moça do tempo do principal telejornal da Globo.

"Só para terminar, o que você prefere: [ser chamada de] Maria Júlia ou Maju, como você se intitula nas redes sociais e o teu público, os seus fãs, ficam pedindo para nós?", questionou Bonner. "Eu prefiro Maju", respondeu ela, sorridente. "Renata [Vasconcellos], então, a partir de hoje, Maria Júlia passa a ser Maju", decretou o titular do "JN".

Maria Júlia iniciou a sua carreira no Jornalismo da Globo como repórter de telejornais locais, em São Paulo. Se tornou pouco tempo depois a "moça do tempo" no "SPTV", "Bom Dia São Paulo", "Bom Dia Brasil" e também no "Hora 1". Ela ficou conhecida na redação paulista com esse apelido, "Maju" (para os íntimos). É considerada uma das repórteres mais simpáticas da emissora, e com uma legião de fãs nas redes sociais. 

Na semana passada, Maria Júlia chegou a corrigir um termo utilizado pelo chefe Bonner [o correto seria "tempo firme" e não "tempo bom"] durante a previsão do tempo no "Jornal Nacional". Em análise feita pelo colunista do UOL Flávio Ricco, até agora, pelo menos a sua classe, elegância e segurança têm chamado atenção não só da Redação da Globo, mas também dos telespectadores.

À previsão do tempo do "JN", Maria Júlia deu características novas e impôs a sua personalidade, ao citar as capitais como "Beagá" e "Floripa", por exemplo, e chamar as chuvas fracas como "chuvica".

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Relembre quem já passou pela bancada do "Jornal Nacional"6 fotos

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Sérgio Chapelin (dir) se juntou a Cid Moreira na bancada do "JN" em 1972, e os dois apresentaram o programa juntos até 1983. Chapelin deixou a Globo naquele ano, mas retornou à emissora e ao jornal em 1989, dividindo a apresentação dele com Cid Moreira até 1996. Os dois formaram a dupla que mais tempo ficou à frente do "Jornal Nacional" Imagem: Reprodução/Memória Globo

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