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12/06/2008 - 20h55
Sucesso na TV, série "O Incrível Hulk" se desliga dos quadrinhos, mas inspira filme

Da Redação

Divulgação

Lou Ferrigno, como Hulk, e Bill Bixby, como o David Banner

Lou Ferrigno, como Hulk, e Bill Bixby, como o David Banner

A série "O Incrível Hulk", que foi ao ar nos Estados Unidos de 1977 a 1982, foi umas das mais bem sucedidas adaptações da história de um herói de quadrinhos para a TV. Apesar de ter sofrido mudanças radicais em relação ao HQ original, a série -cujo box de DVDs da primeira temporada chega ao Brasil neste mês-- serve de inspiração para o filme "O Incrível Hulk", que estréia em todo o mundo nesta sexta, dia 13, como admite o diretor Louis Leterrier, fã confesso do seriado. Uma das marcas registradas da versão televisiva, a triste música tema "The Lonely Man", que tocava ao final de cada episódio, também aparece no filme.

Exibida no Brasil na Globo no final da década de 70 e reprisada na década de 80 na "Sessão Aventura", "O Incrível Hulk" era protagonizada por Lou Ferrigno, um fisiculturista de quase 2 metros de altura que tinha de passar horas em um trailer refrigerado durante as gravações para evitar estragar a maquiagem verde que tinha pelo corpo. O ator, aliás, faz uma ponta no filme de Leterrier.

Na história da TV, saem o cientista Bruce Banner e a explosão de uma bomba gama. Entra em cena o médico (e também cientista) David Banner, interpretado por Bill Bixby. Durante uma pesquisa, ele descobre que pessoas expostas a raios gamas vindos do sol liberam uma força oculta em momentos de estresse. Em uma simulação em seu laboratório, Banner se expõe a uma overdose dos raios, mas ele só notará os efeitos quando tenta trocar um pneu na chuva e destrói seu carro, em um momento de ódio.

Na série, Hulk é perseguido por Jack McGee, um jornalista de tablóide, o que o faz David Banner se mudar de cidade a cada episódio e o que o obriga a arranjar novos empregos e a trocar de sobrenomes. Ele também tinha um ponto fraco em relação ao Hulk original: ele não era invulnerável. Assim, tomava o cuidado de destruir as armas de seus inimigos, nos quais raramanete batia, mas arremessava a longas distâncias.

Em todos os capítulos, após se meter em alguma confusão e sempre ser espancado, apedrajado ou levar socos e pontapés, David Banner se transformava por duas vezes no Gigante Esmeralda, cujas calças jeans nunca rasgavam. Além das cenas de violência, o roteiro de Hulk era planejado para agradar a toda família -e talvez seja essa uma das razões de seu sucesso: as histórias constantemente continham "temas sociais" como alcoolismo, abuso sexual e problemas de saúde. Um certo avanço para os padrões das séries de heróis da época.

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