Em "Avenida Brasil", Iran finalmente beija Débora

Carla Neves
Do UOL, no Rio

  • TV Globo

    Iran (Bruno Gissoni) e Débora (Nathalia Dill)

    Iran (Bruno Gissoni) e Débora (Nathalia Dill)

Iran (Bruno Gissoni) já deixou claro que está caidinho por Débora (Nathalia Dill) em “Avenida Brasil”. Mas sempre que ele avança para tentar conquistar a moça, ela continua a mostrar que está com o pensamento em Jorginho (Cauã Reymond). No capítulo que vai ao ar no dia 23 de agosto, contudo, o filho de Monalisa (Heloísa Perissé) vai finalmente beijar a filha de Cadinho (Alexandre Borges) e Verônica (Débora Bloch).

Tudo começa quando o rapaz vai à Fundição Progresso assistir Débora ensaiando nos tecidos.

IRAN— Olhando assim, ninguém imagina que você é forte desse jeito. Precisa muita força pra fazer isso que você faz, não precisa?

DÉBORA—Engraçado, ninguém nunca tinha me perguntado isso. Precisa muita!

IRAN—E equilíbrio, alongamento, concentração... Sou atleta também, eu saco essas coisas. E deve dar uma baita duma fome! Quer jantar comigo?

DÉBORA— Não vou jantar, mas vou te chamar pra um programa mais legal. Vai ter um vernissage aqui hoje. Quer ficar pra ver comigo?

IRAN—Claro! Mas o que que a gente faz numa vernissagem?

DÉBORA— (SORRI) É a abertura de uma exposição de arte. Tem um amigo meu que vai inaugurar uma instalação dele, aqui.

IRAN— Que diferente! Quero ver. Agora que eu moro na Zona Sul, tenho que entender dessas coisas. Mas vou te falar uma parada: instalação, pra mim, até agora, era só elétrica, hidráulica...

Débora acha Iran fofo e pergunta se o jogador está gostando de morar em Ipanema. Iran responde que está “tipo pinto no lixo”, que “nasceu para morar ali” e não tem nada a ver com o Divino. A moça afirma que acha o Divino legal. Iran explica que ela só acha isso porque vai lá de turista, que nem vai no zoológico.

DÉBORA— (RI) Eu não vou lá assim! E a Monalisa, já tá comendo comida light?

IRAN— Aquela ali tá difícil, viu? Eu tirei ela do Divino. Mas tirar o Divino dela vai ser duro!

Iran e Débora bebem champanhe e olham a instalação.             

IRAN— Tá Débora, mas esse troço tinha que ser desse tamanho todo? Pra mim esse cara tá querendo aparecer.

DÉBORA— (ACHA GRAÇA) Pode ser. Se ele não quisesse, talvez fosse engenheiro, e não artista.

IRAN— Acho que a família dele ia ter ficado bem mais feliz.

DÉBORA— O que você acha que ele quis dizer com esse trabalho?

IRAN— Que ele não tinha mais o que fazer? Que a vida dele não tem o menor sentido?

DÉBORA— Sabe o que é mais legal em você, Iran? Você não tem medo de errar. Fala logo o que vem na cabeça, não tem truque.

IRAN— Isso é teu jeito educado de dizer que eu tô falando besteira, não é? Mas deixa estar que eu ainda vou entender tudo de arte. Vou virar até colecionador, sabia?

DÉBORA— Acho que você vai ser o primeiro jogador de futebol da história a se interessar por arte.

IRAN— Você acha que a gente é tudo um bando de ogro, ignorante, não acha?

DÉBORA— Claro que não! É que o Jorginho, por exemplo, preferia morrer a ter que vir comigo num vernissage.

IRAN— Lá vem você com o garoto-problema. Vamo deixar ele pra lá? O Jorginho tá em outra. E eu tô totalmente na tua.

DÉBORA— (SEM JEITO) Iran... eu já te falei que...

IRAN— A gente tem que se encontrar no meio. Eu sei. Mas eu resolvi que se você não vem, eu vou te buscar.

Iran beija Débora. Depois, ele se declara para a moça. Ela diz que bebeu demais e está meio tonta. Iran afirma que vai levá-la para casa. Ele pega na mão de Débora e os dois saem juntos.



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