Tráfico de mulheres não é assunto novo em novelas

Flávio Ricco

Flávio Ricco

Colunista do UOL
  • João Miguel Júnior/TV Globo

    Maria Flor deu vida a Taís, que foi vítima de tráfico internacional de mulheres em "Belíssima" (2005)

    Maria Flor deu vida a Taís, que foi vítima de tráfico internacional de mulheres em "Belíssima" (2005)

Estão falando muito do “tráfico de mulheres”, a partir da estreia de “Salve Jorge”, como se isso fosse uma coisa nova em novela. Foi até tema do “Profissão Repórter” de terça-feira.
Falar é sempre bom e todo o barulho em torno pode servir como novo desafio para as autoridades. Mas não é a primeira vez.
 
Calma nessa hora – 2
 
Em “Belíssima”, exibida na Globo em 2005 e 2006, o mesmo assunto entrou em questão. A personagem da Maria Flor, depois de ser obrigada a se prostituir na Grécia, foi salva do cativeiro pelo namorado Thiago Martins. A Globo, inclusive, recebeu prêmios por isso.
 
Calma nessa hora – 3
 
No nosso país, bater na mesma tecla, sempre é importante e, de vez em quando, funciona. Ainda que não seja uma novidade, a abordagem deste tema poderá, enfim, despertar quem de direito para um combate mais sério. Por aqui, estamos acostumados a ver propagandas de áreas ligadas ao saneamento, desenvolverem tipo quinta, sexta, vigésima e até mais que isso campanha de desratização. Os ratos, presume-se, ganharam todas até anteriores.
 

*Colaboração de José Carlos Nery

Flávio Ricco

Jornalista, passou por algumas das mais importantes empresas de comunicação do país, como Tupi, Globo, Record e SBT. Dirigiu o "Programa Ferreira Netto" e integrou a equipe do "SBT Repórter". Escreve sobre televisão desde 2003. Email: colunaflavioricco@uol.com.br



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