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09/02/2011 - 00h38

Sem perfil de "big brother", Cristiano conta que não passou por processo seletivo

Do UOL, no Rio

Longe de ser um playboy, Cristiano ouve rock, tem caveiras tatuadas no corpo e Ozzy Osbourne é seu cantor preferido. Fora do perfil de "big brother", o engenheiro conta, após ser eliminado na noite de terça-feira (8), que nunca pensou em participar do programa. Cris não se inscreveu e nem mandou um vídeo tosco para a produção do "Big Brother Brasil 11'."Eu estava em uma festa, em São Paulo, quando recebi o convite para entrar na casa", revelou. O ex-bbb afirma que a possibilidade de ganhar R$ 1,5 milhão e a vontade da mãe de vê-lo no programa foram os principais motivos que o fizeram aceitar a proposta.

Deslocado do jogo, Cristiano afirma que percebeu que os participantes não estavam de brincadeira ao ser indicado ao paredão. "Só ali eu notei que não estava muito integrado. As pessoas tinham mais afinidades do que eu. Entrei achando que teria uma postura correta, mas fui omisso", admite. 

Cristiano sabe que foi objeto de desejo da maioria das mulheres da casa. E também percebeu a paixão platônica de Paulinha. "Sempre deixei claro para ela que o meu sentimento era só de amizade", explica. Alvo do fetiche  feminino, como os episódios dos beijos com doce de leite, Cristiano diz ter encarado tudo como uma grande brincadeira. "Nunca passei por uma situação parecida, mas não levei nada muito a sério", pondera.

O paulista, que terminou com a namorada, a estilista Renata Cassol, antes de entrar no programa, garante que não sofreu de abstinência sexual: "Achei que fosse ser mais difícil. Fiquei tranquilo". Cris não nega que Jaqueline chamou sua atenção. "Ela é linda. Tem um corpo perfeito. Mas uma coisa é você ficar com alguém uma noite. No dia seguinte, você pode ligar ou não. No BBB, eu ia ter que conviver com ela todos os dias", analisa.

Agora que saiu do jogo, Cristiano não imagina como será sua vida. Posar nu não é uma hipótese descartada. "Se me oferecerem R$ 1 milhão, eu topo", avisa. Mas seguir carreira artística não faz a cabeça do engenheiro.

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